REABERTO MERCADO DO LUVO, O LOTE CUSTA ENTRE OITO A 12 MIL KWANZAS

Escrito por a Agosto 12, 2022

Um espaço de três metros ao quadrado está a ser adquirido ao preço de oito mil kwanzas, ao passo que o de 4/6 está a 12 mil kwanzas, sendo que a tarifa varia de acordo com a extensão do espaço solicitado, segundo o administrador comunal do Luvo, Manuel Nilton, realçando que a venda de espaços naquele perímetro fronteiriço abrange também cidadãos do Congo Democrático, por se tratar de um mercado feito de forma alternada em ambos os lados da fronteira.

“Geralmente, são comercializados no mercado do Luvo, produtos manufacturados, electrodomésticos e bens da cesta básica”

Interrompido há mais de dois anos devido à Covid-19, as actividades comerciais no mercado fronteiriço a céu aberto do Luvo, situado a 60 quilómetros a Norte da cidade de Mbanza Kongo, província do Zaire, foi retomada no último fim-de-semana, ainda com a presença tímida de comerciantes, na sequência da reabertura da fronteira comum entre os dois países vizinhos (Angola e RDC), ocorrida no dia 05 de Julho deste ano.

Já se regista, segundo o “Jornal de Angola”, citando a “Angop”, a movimentação de feirantes, embora com uma frequência reduzida, muitos dos quais a se desdobrarem na aquisição de lotes de terra para a construção de barracas, quando outros têm-nas já erguidas.

De acordo com Manuel Nilton, estão disponíveis apenas 300 lotes, que considerou insuficientes para atender a demanda, uma vez de a atribuição de lotes de terra obedece ao pagamento de algum valor monetário, sendo que, um espaço de três metros ao quadrado está a ser adquirido ao preço de oito mil kwanzas, ao passo que o de 4/6 está a 12 mil kwanzas. “A tarifa varia de acordo com a extensão do espaço solicitado”, justificou.

A venda de espaço naquele perímetro fronteiriço, segundo o administrador, abrange também cidadãos do Congo Democrático por se tratar de um mercado feito de forma alternada em ambos os lados da fronteira.

Os vendedores, no entanto, pediram às autoridades responsáveis pelo referido mercado a criação de condições técnicas para a recolha e tratamento regular de resíduos sólidos, assim como o abastecimento de água.

As trocas comerciais são feitas às sextas-feiras e aos sábados de forma alternada em ambos os lados da fronteira comum entre Angola e a República Democrática do Congo (RDC).


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